quarta-feira, 13 de novembro de 2019

O avanço dos cursos particulares de Inglês.


Salas de aula com até 20 alunos, material didático ainda na base do toca CD, horários não flexíveis e professores cada vez mais mal remunerados. Este parece ser um perfil de sala de aula que já não se enquadra na necessidade da maioria das pessoas que necessitam aprender inglês.
Vivemos em uma nova era onde o famoso “one fits all” (algo que serve pra todos) está cada vez mais em desuso. O novo padrão de vida das pessoas, associado ao equilíbrio da vida social e trabalho, pede que um grande número de serviços se enquadre no novo padrão.
Deste modo, o mercado das aulas particulares de inglês não para de crescer e não se trata de uma modinha passageira não! Já são anos de estrada e cada vez mais a procura por aulas particulares ganha força.

O lado dos professores
Muitos profissionais já não encontram estímulo no atual mercado de trabalho oferecido pelas escolas e as razões para isso são muitas:
·         Baixa remuneração ( ainda que essa não seja a maior reclamação)
·         Assédio moral por parte de empregadores ( coisas do tipo: Se sua aula fosse boa, o aluno não teria cancelado o curso)
·         Exigência de exclusividade (enquanto não são remunerados proporcionalmente para isso)
·         Baixo investimento em treinamento
·         Método engessado pela franquia (uma grande reclamação, pois isso gera uma grande frustação sendo que o professor é praticamente proibido de criar algo novo)
O número de professores que se tornam empreendedores é cada vez maior e a maioria deles não cogita voltar atuar como empregados novamente.
A grande vantagem é poder exercer a profissão, aliando flexibilidade de horário, liberdade na criação ou adoção de métodos de ensino e, principalmente, poder liberar toda sua criatividade dentro de sala de aula. Aliado a tudo isso, some-se uma melhor remuneração, melhoria na relação aluno-professor e o fato de ser seu próprio patrão.  

Quem ganha com isso?

TODOS!!!  É a famosa relação “win-win”, ou seja, onde todos ganham.
Ganha o aluno, que sempre terá um professor motivado, feliz com o trabalho, sempre buscando novidades para encantar o aluno e consequentemente melhorar o resultado na aprendizagem. Ganha também o professor, pelos fatos mencionados acima.

Os alunos estão vindo cada vez mais com necessidades específicas. Pode ser a necessidade de uma prova para promoção interna ou por motivos acadêmicos, pode ser também por motivo de viagem, provas de certificados internacionais, intercâmbio, aprimoramento profissional ou simplesmente por bagagem cultural mesmo.
O bom professor saberá identificar e entender que para cada caso acima é necessário uma abordagem diferente.

Cuidado com os amadores.
Os cursos de inglês, assim como vários setores do comércio e serviços, estão sofrendo com a “uberização”.

Infelizmente tem aumentado o número de empreendedores em busca do famoso “plano B”. São pessoas que geralmente não tem comprometimento pedagógico com os alunos, não possuem método definido (é o famoso: Ahhh, eu vou entregando folhas avulsas em cada aula), não possuem fluência ou certificação internacional que os capacite a serem professores de excelência.
Cuidado também com as promessas impossíveis. Muitos profissionais irão usar frases para ganhar sua atenção: “Aprenda sem estudar”, “Fluência em 90 dias”, “Método sem gramática e focado na conversação” (acho “ótimo” esse último; irão criar um analfabeto bilíngue). Todos esses slogans de impacto visam captar alunos que, em função da correria do cotidiano, acabam buscando sempre o modo mais fácil e que requer menos dedicação.

Lembrem-se, o sucesso em um curso de inglês está baseado em um tripé: professor com experiência, método bom, e dedicação do aluno. Qualquer coisa diferente disso é puro marketing.

Opte sempre por profissionais que venham por indicação. Verifique as redes sociais e veja se o professor leva esse trabalho a sério ou somente como “bico”.
Se o mesmo tiver experiência, método bom, for bem recomendado e for dedicado 100% a sua profissão, não hesite em marcar uma aula experimental e se apaixonar por essa modalidade que a cada dia cai mais no gosto e coincide com a necessidade dos alunos.  

Teacher Edu Montoya
Professor de inglês há 22 anos e com Certificado Internacional
www.edumontoya.com.br



terça-feira, 5 de novembro de 2019

Teacher Edu Montoya in Toronto


O Teacher Edu Montoya levou 3 alunos para Toronto, no Canadá, no último mês de outubro.
O projeto de estudo e  entretenimento  “Edutainment” foi um  sucesso.

Os alunos estudaram durante o período da manhã e no restante do dia aproveitaram para conhecer os principais pontos turísticos de Toronto.

Os alunos ficaram hospedados em casas de famílias e puderam entrar em contado direto com a cultura e os costumes local.
Todos visitaram os principais pontos turísticos da cidade: CN Tower, Ripley´s Aquarium, Royal Ontario Museum, Kensington Market, Toronto Island e também foram para Niagara Falls no fim de semana.
Em Niagara, conheceram uma das maiores vinícolas, passearam por Niagara-on-the-lake e navegaram até muito perto das quedas d'água de Niagara.
Uma viagem sem  guia turístico onde os alunos tiveram que usar o inglês para todo tipo de situação: Pedir comida em restaurante, fazer compras, se locomover pela cidade usando transporte público, conversar com suas host families.

Foi, sem dúvidas, uma experiência fantástica. 

Inglês + Estudo + Turismo


Fiquem ligados, pois há mais viagens e nosso projeto!

Siga-nos no Instagram e veja mais fotos: @teacheredumontoya 





terça-feira, 1 de outubro de 2019

Toronto 2019 - Study & Travel


terça-feira, 21 de maio de 2019

Domínio de português e inglês é essencial no mercado de trabalho - Em processos seletivos, 40% são desclassificados por erros de português.




A Sala de Emprego mostra a importância de falar bem o português. Os erros com a língua são os mais comuns nas entrevistas de emprego e prejudicam muitos candidatos. De cada dez, quatro são desclassificados logo nas primeiras etapas dos processos seletivos por não dominarem o português.

O processo de seleção para disputar uma vaga de vendedor em uma loja de celular inclui uma prova de português.  A prova tem questões de múltipla escolha e questões abertas sobre concordância, regência e ortografia.

“Dá uma visão de qual a base que o candidato teve no ensino da língua portuguesa.
Se não teve uma base sólida o suficiente para que se expresse bem, ele não vai desenvolver bem o seu trabalho”, analisa o psicólogo Robson Barbosa, diretor de operações da empresa.

As empresas estão mais exigentes. O coordenador do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube), Rafael, conta que no passado, teste de português era exigido apenas para candidatos a vagas de trabalho direto com o público, como atendente de call center. Hoje, as coisas mudaram: “Engenharia, tecnologia da informação, atualmente todos os cursos exigem um bom português”.

O ditado também tem sido usado nos processos seletivos para testar os conhecimentos de português. Para conquistar a vaga de estágio em uma empresa de São Paulo, por exemplo, o candidato não pode errar mais que sete palavras.

A candidata Nazara Christine foge das estatísticas: no teste de ditado, acertou 26 entre 30 palavras. Não foi a primeira vez: em outro teste para estágio tirou uma nota boa em português e conseguiu a vaga. “É muito importante ler. Quando era mais nova, eu era muito ruim em português e minha mãe exigia muito que eu lesse. Com certeza me ajudou muito na hora de fazer uma redação”, analisa.

Segunda língua


Falar inglês é outro pré-requisito para trabalhar em muitas empresas. Para atender essa exigência do mercado, há uma grande busca por cursos de idiomas baratos ou até mesmo de graça. A boa notícia é que eles existem em várias cidades do país.

A maioria dos brasileiros não fala inglês. Pesquisa sobre a fluência na língua inglesa revelou que em 2013 o Brasil ocupava o 38º lugar em uma lista de 60 países e estava na categoria de "proficiência baixa" em inglês. O país ficou atrás de países como Argentina, Uruguai e Costa Rica.

Quanto mais cedo a pessoa começar a estudar inglês, melhor serão os resultados, mas os professores dizem que é possível aprender a língua e melhorar o currículo em qualquer idade.

O designer gráfico Alessandro Muratore, de 39 anos, conseguiu superar a timidez e está quase concluindo o curso. “Ás vezes, você tem dificuldade de falar na sua própria língua e um outro idioma é bem pior, mas dá pra tirar de letra", conta.

Muitos dos alunos fazem planos de depois do inglês estudar outro idioma. A professora do curso de italiano, Lívia Mesquita, lembra que o conhecimento de outras línguas pode abrir portas no mercado: “Você tem ganhos muito grandes no sentido de se tornar uma pessoa mais criativa. Você se enriquece como profissional, seja qual for a língua que você aprender".


Fonte: g1.com.br

quarta-feira, 15 de maio de 2019

O inglês invadiu o RH? Aprenda estes 10 termos comuns na profissão



A sócia-diretora da Companhia de Idiomas conta sobre os termos em inglês que mais ouviu nas palestras do Fórum RH 2019 da Live University
Se o inglês já havia dominado áreas como TI e Marketing, há algum tempo ele vem invadindo o RH (Recursos Humanos). Em abril, participei do Fórum RH 2019 da Live University – foram dez horas de palestras e painéis, muito aprendizado sobre temas relacionados a recursos humanos e… muito inglês!
Listei aqui todos os termos que ouvi, para que você faça uma boa revisão ou aprenda alguns termos que vêm sendo usados por heads de RH.  Vão muito além de turnover e feedback, prepare-se!

EVP

Employer value proposition
Lembra da proposta de valor, ou o que a empresa promete que vai entregar ao cliente? Mesmo conceito, só que aplicado ao funcionário:  a empresa deve cumprir a promessa de valor que fez ao colaborador.

Employer branding
Marca empregadora – uma espécie de casamento do marketing com o RH. Employer quer dizer aquele que emprega, empregador.  É quando o RH quer que a empresa seja percebida como uma excelente empresa para se trabalhar, e cria estratégias para atrair e cuidar de seus talentos. O employer branding pode ajudar a resolver o alto turnover, por exemplo.

Employee experience
Para se construir o employer branding, o RH tem de estar focado em toda a employee experience –  ou jornada do colaborador (employee = colaborador, funcionário).   Lembra do UX (user experience) em sistemas ?  Agora o RH avalia a experiência do funcionário – do recrutamento à saída.

Fit
Segundo o Cambridge Dictionary, o substantivo fit  quer dizer: “the right size or shape for someone or something”. Assim, faz sentido a frase:  Muitos funcionários vão embora voluntariamente ou involuntariamente em seis meses, porque não tiveram fit cultural. Sem fit cultural, não performa bem.

Shift
Segundo o Cambridge Dictionary, o substantivo shift  quer dizer: “a change in position or direction:   Agora fica fácil entender, quando a palestrante diz:  “FIz três shifts de carreira em seis anos.”

Data driven
Assim como em qualquer área, o profissional de RH tem acesso a dados coletados em diversos sistemas. Alguns sistemas também fazem uma análise de risco de cada decisão. Tudo para ajudar no processo.  Uma decisão, um sistema ou uma pessoa que toma decisões com base em dados, é data driven*.   (pronúncia:  driven – leia o “i” mesmo, como em shift, fit, e não “ai” como em drive, life)

Gamification
Técnica de se usar elementos de jogos em ambientes diversos, como em um curso/treinamento no qual  o aluno/treinando conquista prêmios virtuais a cada fase que termina.

PoC
Proof of Concept, ou prova de conceito.  Como o espírito das startups está sendo introduzido em qualquer organização, fazer um PoC vai ser algo cada vez mais banal. Um teste de um modelo, uma implementação incompleta só para obter os primeiros feedbacks, um sistema que já prova que o novo conceito funciona – é o PoC.  Estude também termos como prototipar e MVP (minimum viable product).

Clusters
O substantivo cluster significa “aglomeração” . Começou a ser usado em TI, depois foi pro Marketing e vem sendo usado pela área de RH.  Ouvi algo como: Em um LMS (learning management systems ou AVA – ambiente virtual de aprendizagem), você pode estruturar trilhas que são percorridas de forma paralela entre os diversos clusters (clusters de supervisores, clusters de gerentes, clusters de diretores).

People Analytics
Reunindo estatística, tecnologia e expertise em pessoas, o people analytics utiliza grande volume de dados, com o objetivo de aprimorar a gestão e a tomada de decisões em uma organização.

Fonte: Revista Exame, 2 de maio de 2019

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Cortes de Carnes em Inglês

Se você é daqueles que gosta de um bom churrasco ou adora uma carne bem preparada, as próximas linhas e parágrafos vão deixar você feliz e com água na boca.
Não é novidade para ninguém que um dos itens quase que obrigatórios na mesa dos brasileiros é a carne, seja ela de vaca, porco ou frango.

Muitas pessoas quando viajam do Brasil para países de língua inglesa, principalmente para os Estados Unidos, encontram alguma dificuldade para pedir carne, por ficarem em dúvida sobre o tipo de corte, até porque os nossos são um pouco diferentes.
Para ajudar acabar com essas dúvidas, preparamos uma lista com os nossos principais e mais populares tipos de cortes de carne e o que seria correspondente nos Estados Unidos. Afie sua faca, prepare os temperos e vamos a elas:

• Acém = Chuck
• Alcatra = rump steak
• Capa de contra-filé = neck steak
• Carne moída = ground beef
• Contra-filé = striploin ou top sirloin
• Costela = rib
• Cupim = hump (steak)
• Filé mignon = filet mignon ou tenderloin
• Fraldinha = flank steak ou thin skirt
• Maminha = rump skirt ou rump tail
• Miolo da paleta = shoulder heart
• Músculo dianteiro = (fore) shank
• Paleta = shoulder clod
• Patinho = knuckle
• Picanha = top sirloin cap, rump cover ou rump cap
• Asa de frango = chicken wing
• Coxa de frango = chicken drumstick
• Coração de frango = chicken heart
• Peito de frango = chicken breast
• Sobrecoxa de frango = chicken thigh
• Costela de porco = pork rib
• Linguiça calabresa = calabrese sausage
• Lombinho de porco = pork tenderloin
• Pernil de porco = pork ham

Outros termos úteis
Além dos tipos de carnes e seus cortes, há alguns termos ligados ao assunto que são interessantes de saber e que podem ajudar na hora de pedir o que mais lhe agrada.

Sobre os pontos da carne:
• rare – malpassado
• medium rare – ao ponto para mal
• medium – ao ponto
• medium well – ao ponto para bem
• well done – bem-passado

Outro ponto interessante a ser observado quando falamos de carnes em inglês, é que não há uma expressão definida para se referir à carne “de primeira” e “de segunda”. Para fazer essa diferenciação, usam-se as expressões “tender meat” e “not tender meat”, que significam, carne macia (considerada a de primeira) e a carne não macia (a de segunda).
Agora que você sabe os nomes dos diferentes tipos de carne e seus respectivos cortes em inglês, não vai mais passar apuros quando for viajar e quiser pedir seu prato preferido.