Salas de aula com até 20 alunos, material didático ainda na
base do toca CD, horários não flexíveis e professores cada vez mais mal
remunerados. Este parece ser um perfil de sala de aula que já não se enquadra
na necessidade da maioria das pessoas que necessitam aprender inglês.
Vivemos em uma nova era onde o famoso “one fits all” (algo
que serve pra todos) está cada vez mais em desuso. O novo padrão de vida das
pessoas, associado ao equilíbrio da vida social e trabalho, pede que um
grande número de serviços se enquadre no novo padrão.
Deste modo, o mercado das aulas particulares de inglês não para de crescer e não se trata de uma modinha passageira não! Já são anos de estrada e cada vez mais a procura por aulas particulares ganha força.
Deste modo, o mercado das aulas particulares de inglês não para de crescer e não se trata de uma modinha passageira não! Já são anos de estrada e cada vez mais a procura por aulas particulares ganha força.
O lado dos
professores
Muitos profissionais já não encontram estímulo no atual
mercado de trabalho oferecido pelas escolas e as razões para isso são muitas:
·
Baixa remuneração ( ainda que essa não seja a
maior reclamação)
· Assédio moral por parte de empregadores ( coisas do tipo: Se sua aula fosse boa, o aluno não teria cancelado o curso)
· Exigência de exclusividade (enquanto não são remunerados proporcionalmente para isso)
· Baixo investimento em treinamento
· Método engessado pela franquia (uma grande reclamação, pois isso gera uma grande frustação sendo que o professor é praticamente proibido de criar algo novo)
· Assédio moral por parte de empregadores ( coisas do tipo: Se sua aula fosse boa, o aluno não teria cancelado o curso)
· Exigência de exclusividade (enquanto não são remunerados proporcionalmente para isso)
· Baixo investimento em treinamento
· Método engessado pela franquia (uma grande reclamação, pois isso gera uma grande frustação sendo que o professor é praticamente proibido de criar algo novo)
O número de professores que se tornam empreendedores é cada
vez maior e a maioria deles não cogita voltar atuar como empregados novamente.
A grande vantagem é poder exercer a profissão, aliando flexibilidade de horário, liberdade na criação ou adoção de métodos de ensino e, principalmente, poder liberar toda sua criatividade dentro de sala de aula. Aliado a tudo isso, some-se uma melhor remuneração, melhoria na relação aluno-professor e o fato de ser seu próprio patrão.
Quem ganha com isso?
TODOS!!! É a famosa relação “win-win”, ou seja, onde todos ganham.
Ganha o aluno, que sempre terá um professor motivado, feliz com o trabalho, sempre buscando novidades para encantar o aluno e consequentemente melhorar o resultado na aprendizagem. Ganha também o professor, pelos fatos mencionados acima.
A grande vantagem é poder exercer a profissão, aliando flexibilidade de horário, liberdade na criação ou adoção de métodos de ensino e, principalmente, poder liberar toda sua criatividade dentro de sala de aula. Aliado a tudo isso, some-se uma melhor remuneração, melhoria na relação aluno-professor e o fato de ser seu próprio patrão.
Quem ganha com isso?
TODOS!!! É a famosa relação “win-win”, ou seja, onde todos ganham.
Ganha o aluno, que sempre terá um professor motivado, feliz com o trabalho, sempre buscando novidades para encantar o aluno e consequentemente melhorar o resultado na aprendizagem. Ganha também o professor, pelos fatos mencionados acima.
Os alunos estão vindo cada vez mais com necessidades
específicas. Pode ser a necessidade de uma prova para promoção interna ou por
motivos acadêmicos, pode ser também por motivo de viagem, provas de
certificados internacionais, intercâmbio, aprimoramento profissional ou
simplesmente por bagagem cultural mesmo.
O bom professor saberá identificar e entender que para cada caso acima é necessário uma abordagem diferente.
O bom professor saberá identificar e entender que para cada caso acima é necessário uma abordagem diferente.
Cuidado com os
amadores.
Os cursos de inglês, assim como vários setores do comércio e serviços, estão
sofrendo com a “uberização”.
Infelizmente tem aumentado o número de empreendedores em busca do famoso “plano B”. São pessoas que geralmente não tem comprometimento pedagógico com os alunos, não possuem método definido (é o famoso: Ahhh, eu vou entregando folhas avulsas em cada aula), não possuem fluência ou certificação internacional que os capacite a serem professores de excelência.
Cuidado também com as promessas impossíveis. Muitos
profissionais irão usar frases para ganhar sua atenção: “Aprenda sem estudar”, “Fluência
em 90 dias”, “Método sem gramática e focado na conversação” (acho “ótimo” esse
último; irão criar um analfabeto bilíngue). Todos esses slogans de impacto visam
captar alunos que, em função da correria do cotidiano, acabam buscando sempre o
modo mais fácil e que requer menos dedicação.
Lembrem-se, o sucesso em um curso de inglês está baseado em um tripé: professor com experiência, método bom, e dedicação do aluno. Qualquer coisa diferente disso é puro marketing.
Opte sempre por profissionais que venham por indicação. Verifique as redes sociais e veja se o professor leva esse trabalho a sério ou somente como “bico”.
Se o mesmo tiver experiência, método bom, for bem recomendado e for dedicado 100% a sua profissão, não hesite em marcar uma aula experimental e se apaixonar por essa modalidade que a cada dia cai mais no gosto e coincide com a necessidade dos alunos.
Teacher Edu Montoya
Professor de inglês há 22 anos e com Certificado Internacional
www.edumontoya.com.br










